O mercado livre de energia segue apresentando um cenário de forte competitividade em 2026.
Em março, o ranking das maiores comercializadoras revelou mudanças relevantes entre os líderes, além de reforçar a presença recorrente de grandes players no topo do ACL. Dessa forma, os dados mostram não apenas altos volumes de comercialização, mas também capacidade estratégica, consistência operacional e adaptação às dinâmicas do mercado.
Neste post, analisamos os dados mais recentes do ranking mensal e da média móvel dos últimos 12 meses (MM12) com base nas informações divulgadas pela CCEE. Além disso, destacamos as principais movimentações entre os maiores vendedores de energia e os sinais de continuidade competitiva no mercado livre.
Entre os principais pontos analisados, destacamos:
- As mudanças entre os líderes do ranking mensal;
- A consolidação dos principais players na MM12;
- E os sinais de competitividade crescente no ACL.
A seguir, confira os principais destaques do ranking e a análise das 20 maiores comercializadoras de energia do mercado livre.
Liderança no ACL em maio: estabilidade no topo e novas disputas entre os maiores vendedores
Aviso: os dados apresentados neste ranking foram elaborados pela Thunders com base nas informações públicas do InfoMercado CCEE, referência oficial do mercado livre de energia brasileiro.
O mercado livre de energia (ACL) manteve, em maio de 2026, um cenário de forte competitividade entre os principais vendedores de energia do país. Embora a liderança permaneça nas mãos dos mesmos agentes, o ranking revela movimentações importantes no bloco intermediário, evidenciando um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo.
Com base nos dados mais recentes da CCEE, as 20 maiores comercializadoras somaram 56.214,4 MW médios vendidos em maio, reforçando a elevada concentração de volume entre os principais players do mercado livre de energia.
Pela terceira divulgação consecutiva, o Santander COM lidera o ranking mensal, com 5.482,2 MW médios comercializados. Dessa forma, a instituição mantém sua posição de destaque e consolida sua presença entre os maiores vendedores de energia do ACL.
Logo em seguida, o BTG Pactual permanece na segunda colocação, registrando 4.989,8 MW médios. Assim, o banco continua demonstrando consistência operacional e forte participação entre os principais agentes do mercado.
Na sequência, a Auren ocupa a terceira posição, com 4.534,1 MW médios, enquanto a ENEVA aparece em quarto lugar, com 3.995,3 MW médios. Consequentemente, ambas seguem figurando entre os principais destaques do ranking mensal.
Bloco intermediário segue bastante competitivo
Além disso, a disputa pelas posições intermediárias permanece bastante equilibrada. ENEL Trading, ENGIE BR COM, Comerc Energia SA e COPEL COM aparecem com volumes bastante próximos, todos acima de 3.200 MW médios.
Assim, esse grupo reforça a competitividade entre as grandes comercializadoras e demonstra que pequenas variações de volume podem provocar mudanças relevantes na classificação mensal.
Ao mesmo tempo, Itaú COM, Casa dos Ventos COM, Serena e EDP C seguem entre os principais vendedores do período. Dessa maneira, o ranking evidencia a presença recorrente de agentes com diferentes estratégias comerciais e modelos de atuação.
Diversidade de agentes fortalece o mercado livre
Por outro lado, a segunda metade da lista confirma a diversidade de participantes do ACL. Empresas como Jirau, TRIA e Raízen Power permanecem entre as maiores comercializadoras do mês, ampliando a pluralidade de perfis presentes no mercado.
Além disso, Matrix COM, CEMIG H Comercialização, CPFL Brasil, Statkraft e ENGIE BR CVE continuam figurando entre os 20 maiores vendedores. Com isso, o ranking demonstra que diferentes estratégias comerciais seguem encontrando espaço em um ambiente cada vez mais competitivo.
Destaques do Ranking de Maio/26
Confira abaixo o ranking completo das 20 maiores comercializadoras de energia em maio de 2026:

O que o ranking de maio revela?
Dessa forma, os resultados de maio reforçam uma tendência observada desde o início de 2026. Embora os principais líderes mantenham posições consistentes, o mercado livre de energia continua registrando disputas acirradas entre as comercializadoras que compõem o bloco intermediário.
Além disso, a proximidade entre os volumes comercializados mostra que competitividade, eficiência operacional e estratégia comercial permanecem como fatores decisivos para conquistar posições de destaque no ACL.
Por fim, o ranking confirma que a liderança no mercado livre de energia depende não apenas do volume negociado em um único mês, mas também da capacidade de manter consistência e adaptação em um ambiente de constante transformação.
Liderança consolidada no ACL: o que revela a média móvel (MM12)
Segundo os dados mais recentes do InfoMercado CCEE, as 20 maiores comercializadoras somaram 63.091,0 MW médios na MM12, representando uma parcela significativa da energia negociada no ACL. Dessa forma, o indicador reforça a elevada concentração de mercado entre os principais players do setor elétrico brasileiro e evidencia quais empresas conseguem manter desempenho consistente ao longo do tempo.
Na liderança da média móvel, o BTG Pactual permanece isolado no topo, com 6.929,0 MW médios comercializados nos últimos 12 meses. Além disso, a companhia continua demonstrando regularidade operacional e capacidade de sustentar elevados volumes de comercialização no mercado livre de energia.
Logo em seguida, o Santander COM ocupa a segunda colocação, com 6.145,0 MW médios, mantendo trajetória consistente e reforçando o protagonismo das instituições financeiras entre os principais vendedores do ACL.
Na terceira posição, a Auren registra 5.143,9 MW médios, preservando sua relevância entre as maiores comercializadoras do país. Enquanto isso, a ENEVA assume a quarta colocação, com 3.770,5 MW médios, consolidando sua presença entre os agentes de maior destaque da média móvel.
Confira agora:

Bloco intermediário mostra forte competitividade
Na sequência, a média móvel evidencia um grupo de comercializadoras com volumes bastante próximos entre si. Assim, o cenário reforça a competição crescente entre os principais agentes do mercado livre de energia, mesmo entre empresas já consolidadas.
Entre os destaques desse bloco estão:
- ENEL Trading, com 3.730,3 MW médios;
- Comerc Energia SA, com 3.726,4 MW médios;
- Raízen Power, com 3.404,5 MW médios;
- COPEL COM, com 3.230,4 MW médios;
- Casa dos Ventos COM, com 2.967,2 MW médios.
Além disso, Matrix COM, XP Comercializadora e ENGIE BR COM seguem figurando entre os principais vendedores da MM12. Dessa maneira, esse grupo demonstra a capacidade de diferentes modelos de negócio em manter competitividade e presença constante entre os maiores agentes do ACL.
Diversidade de modelos entre os maiores players
Por outro lado, a segunda metade do ranking confirma a diversidade que caracteriza o mercado livre de energia brasileiro. Enquanto algumas empresas atuam com foco em geração e portfólio integrado, outras se destacam pela especialização comercial e atuação em nichos específicos.
Entre os agentes que permanecem relevantes na MM12 estão:
- Serena;
- EDP C;
- Itaú COM;
- CEMIG H Comercialização;
- Statkraft.
Além disso, SEB – Shell Energy Brasil, Solenergias e TRIA continuam entre os 20 maiores vendedores da média móvel, reforçando a pluralidade de estratégias presentes no ACL.
Assim, o ranking evidencia que diferentes perfis de comercializadoras seguem conquistando espaço e competitividade no mercado livre de energia.
Consistência segue como diferencial competitivo no ACL
Por fim, a análise da MM12 reforça uma tendência observada ao longo de 2026: manter-se entre os maiores vendedores de energia exige muito mais do que bons resultados em um único mês.
Pelo contrário, a liderança sustentável depende de fatores como:
- consistência comercial;
- escala operacional;
- capacidade de adaptação ao mercado;
- gestão eficiente de portfólio;
- visão estratégica de longo prazo.
Dessa forma, a média móvel confirma que os principais players do ACL conseguem preservar sua competitividade mesmo em um ambiente de constantes transformações. Além disso, o ranking mostra que a combinação entre estratégia, eficiência operacional e recorrência comercial continua sendo determinante para ocupar posições de liderança no mercado livre de energia.iciente de portfólio, da inteligência comercial e da capacidade de responder rapidamente às mudanças do mercado. do setor elétrico.o ranking mostra que o ACL combina instituições financeiras, utilities e comercializadoras especializadas.
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O que os dados indicam para os próximos meses?
Diante desse cenário, o mercado livre de energia segue demonstrando um ambiente cada vez mais competitivo, estratégico e orientado por escala operacional. Ao mesmo tempo, a permanência recorrente de grandes comercializadoras entre os líderes da MM12 reforça que consistência comercial e capacidade de adaptação continuam sendo fatores decisivos para sustentar relevância no ACL.
Além disso, o avanço de novos players e a disputa mais equilibrada no bloco intermediário indicam que o setor deve continuar passando por transformações ao longo de 2026. Dessa forma, acompanhar os rankings mensais e a média móvel seguirá sendo fundamental para entender os movimentos do mercado, identificar tendências e analisar o posicionamento das principais comercializadoras de energia do país.
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