Fonte: Elaborado pela Thunders a partir da seção Dados Abertos do site da CCEE atualizado em março, com dados de janeiro de 2026
O Brasil conta, atualmente, com 14.009 agentes consumidores livres, especiais ou autoprodutores de energia devidamente registrados na CCEE. Esses agentes possuem 45.275 unidades consumidoras espalhadas por todo país, as quais totalizaram um consumo de 27.987 MW no último mês de janeiro e 27.987 MWm nos últimos 12 meses.
RANKING POR CONSUMO
Considerando o volume de energia consumido no último mês de referência, os 10 maiores consumidores do Ambiente de Contratação Livre (ACL) demandaram um total de 4.719,7 MW médios em janeiro de 2026. Esse volume representa 16,90% de toda a energia consumida no ACL, cuja carga total no período alcançou 27.921 MW médios.
Além disso, os 5 primeiros colocados concentraram 2.957,4 MW médios, o que equivale a aproximadamente 10,59% da carga total do mercado livre de energia.
Mesmo representando apenas 1,46% do total de unidades consumidoras do ACL — 663 UCs entre os líderes, frente a 45.271 UCs no total do mercado — os maiores consumidores continuam exercendo papel central na demanda do ambiente livre. Esse cenário reforça a forte concentração de carga em grandes consumidores industriais, característica estrutural do mercado livre de energia brasileiro.
Principais destaques do ranking:
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ALBRAS mantém liderança no consumo do ACL
A ALBRAS permanece na liderança do ranking, com 833,1 MW médios de consumo e apenas 1 unidade consumidora (UC).
Esse perfil evidencia uma altíssima densidade energética por unidade, característica comum em setores eletrointensivos como produção de alumínio e metalurgia.
Vale mantém vice-liderança com operação distribuída
Na sequência, a CVRD (Vale) aparece na 2ª posição, com 650,7 MW médios, distribuídos entre 25 unidades consumidoras.
Esse modelo indica uma operação mais descentralizada, refletindo a presença da empresa em diversos polos industriais e logísticos no país.
CBA e Arcelor reforçam presença entre os grandes consumidores
A CBA ocupa a 3ª posição, com 613,2 MW médios, mesmo operando com apenas 4 unidades consumidoras — um exemplo claro de alta concentração de carga por site industrial.
Logo depois aparece a ARCELOR JF COM, na 4ª colocação, com 443,9 MW médios distribuídos em 16 UCs, evidenciando um modelo intermediário entre concentração e distribuição de consumo.
ALCOA e Klabin ampliam competitividade no Top 10
A ALCOA ocupa a 5ª posição, com 416,5 MW médios e 3 unidades consumidoras, mantendo um perfil de consumo intensivo.
Em seguida, a KLABIN PUMA aparece na 6ª colocação, com 410,8 MW médios distribuídos em 22 UCs, demonstrando uma operação mais capilarizada dentro do mercado livre.
Petrobras e Braskem seguem entre os maiores consumidores industriais
Na 7ª posição, a PETROBRAS PIE registra 395,6 MW médios, agora distribuídos em 51 unidades consumidoras, indicando um modelo de operação mais pulverizado.
Logo depois aparece a BRASKEM, com 382,8 MW médios e 17 UCs, mantendo presença consistente entre os principais consumidores do ACL.
SABESP e South32 completam o Top 10
A SABESP ocupa a 9ª posição, com 307,0 MW médios distribuídos em 522 unidades consumidoras, o maior número de UCs entre os líderes do ranking.
Esse padrão reflete um modelo operacional fortemente descentralizado, comum em empresas de saneamento e serviços públicos.
Por fim, a SOUTH32 fecha o Top 10, com 266,1 MW médios concentrados em apenas 2 unidades consumidoras, mantendo um perfil de alta densidade energética por ponto de consumo.
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Tabela 1: Ranking de consumidores por consumo
| Rank Volume | Sigla | Volume (MW) | UCs |
|---|---|---|---|
| 1 | ALBRAS | 833,1 | 1 |
| 2 | CVRD | 650,7 | 25 |
| 3 | CBA | 613,2 | 4 |
| 4 | ARCELOR JF COM | 443,9 | 16 |
| 5 | ALCOA | 416,5 | 3 |
| 6 | KLABIN PUMA | 410,8 | 22 |
| 7 | PETROBRAS PIE | 395,6 | 51 |
| 8 | BRASKEM | 382,8 | 17 |
| 9 | SABESP | 307,0 | 522 |
| 10 | SOUTH32 | 266,1 | 2 |
Análise do mês: estabilidade no topo, com sinais de expansão pulverizada
Ao analisar o ranking de consumidores no ACL de dezembro de 2025, observa-se, antes de tudo, um cenário de estabilidade entre os maiores consumidores de energia do mercado livre. Ainda que não haja mudanças drásticas na composição do Top 10, os dados revelam ajustes relevantes nos volumes consumidos e na dinâmica competitiva.
Os 10 maiores consumidores do Ambiente de Contratação Livre (ACL) somaram 4.742,4 MW médios, o que representa 16,83% de toda a energia consumida no mercado livre, cujo total foi de 28.170 MW médios no mês. Além disso, os cinco primeiros colocados concentraram 3.108,0 MW médios, equivalente a 11,03% da carga total do ACL, reforçando o elevado grau de concentração do consumo entre grandes indústrias eletrointensivas.
Apesar da manutenção da liderança, a movimentação interna do ranking chama atenção. A KLABIN PUMA, por exemplo, avançou para a 5ª posição, com 397,9 MW médios, superando empresas tradicionais e evidenciando maior competitividade no bloco intermediário do Top 10.
Ao mesmo tempo, a SABESP amplia seu protagonismo como modelo de operação descentralizada, ao atingir 352 unidades consumidoras (UCs) e 296,4 MW médios, consolidando-se como o player com maior capilaridade entre os líderes — um retrato claro da expansão territorial do consumo no ACL.
Além disso, empresas como ALBRAS (830,6 MW), CBA (638,5 MW) e ALCOA (467,4 MW) seguem operando com altíssima densidade energética individual, sustentando grandes volumes com apenas 1 a 4 unidades consumidoras — característica típica dos setores de metalurgia, mineração e indústria de base.
O que os dados indicam?
A leitura do ranking de consumidores no ACL aponta para três tendências estruturais no mercado livre de energia:
- Concentração relevante nos grandes consumidores
Primeiramente, o consumo permanece altamente concentrado. Mesmo representando pouco mais de 1% do total de unidades consumidoras do ACL, o Top 10 responde por quase 17% da energia consumida no ambiente livre.
- Maior competitividade no miolo do ranking
Além disso, a troca de posições entre empresas como Klabin, Petrobras PIE, Braskem e Arcelor evidencia um mercado mais dinâmico, com variações associadas a estratégias operacionais e ajustes sazonais.
- Expansão pulverizada e descentralização da carga
Por outro lado, o crescimento no número de UCs entre empresas como SABESP reforça a tendência de pulverização e expansão territorial do consumo, sinalizando um ACL cada vez mais diversificado.
RANKING POR QUANTIDADE DE UCs
A análise por número de unidades consumidoras (UCs) no Ambiente de Contratação Livre (ACL) continua revelando um cenário bastante distinto daquele observado no ranking por volume de energia. Enquanto o consumo permanece concentrado em grandes cargas industriais, o ranking por quantidade de UCs evidencia a expansão horizontal do mercado livre de energia, impulsionada por operações cada vez mais distribuídas e capilarizadas.
De acordo com os dados mais recentes de janeiro de 2026, as 20 empresas com maior número de unidades consumidoras somam 8.104 UCs, o que representa 17,90% do total de 45.271 UCs ativas no ACL.
Além disso, essas empresas registram 1.066,57 MW médios de consumo agregado, mantendo um perfil de baixa carga média individual, com aproximadamente 0,132 MW por unidade consumidora.
Esse padrão é típico de organizações que operam múltiplos pontos de consumo espalhados geograficamente, característica comum em setores como varejo, saneamento, telecomunicações, serviços e redes corporativas.
Consequentemente, o crescimento do número de UCs confirma uma tendência estrutural de pulverização no mercado livre de energia, ampliando a base de consumidores e reforçando a maturidade do ACL no Brasil.
Confira quem são esses principais agentes por quantidade de UCs:
Tabela 2: Ranking de consumidores por quantidade de UCs
| Rank UCs | Sigla | UCS | Volume (MM) |
|---|---|---|---|
| 1 | SENEPAR | 863 | 82,92 |
| 2 | B2W CE | 684 | 21,93 |
| 3 | EMBASA | 652 | 95,29 |
| 4 | SABESP | 522 | 283,94 |
| 5 | BRADESCO | 509 | 19,13 |
| 6 | CORSAN | 495 | 46,77 |
| 7 | ITAU CL5 | 478 | 2251 |
| 8 | VIAVAREJO | 445 | 10,33 |
| 9 | CBD | 410 | 54,56 |
| 10 | VTAL | 375 | 24,16 |
| 11 | SUPER BH 001 | 341 | 28,83 |
| 12 | ASSAI ATACADISTA | 322 | 125,23 |
| 13 | RENNER MATRIZ | 299 | 19,37 |
| 14 | SANTANDER | 288 | 13,84 |
| 15 | TELEFONICA | 268 | 66,00 |
| 16 | BURGER KINK | 247 | 7,67 |
| 17 | WMS SUPER | 236 | 63,55 |
| 18 | RIACHUELO | 233 | 15,75 |
| 19 | C&A MODAS | 229 | 16,18 |
| 20 | CLARO | 208 | 48,60 |
Destaques estratégicos do novo ranking: SANEPAR – Liderança em capilaridade operacional
A SANEPAR mantém a liderança isolada no ranking, agora com 863 unidades consumidoras e 82,92 MW médios de consumo.
Esse número representa cerca de 10,65% das UCs entre as empresas do Top 20, consolidando seu perfil altamente pulverizado e sua forte presença territorial.
Além disso, a média de consumo por unidade permanece relativamente reduzida, evidenciando um modelo operacional baseado em múltiplos pontos descentralizados de atendimento, típico de empresas de infraestrutura e saneamento.
B2W CE – Estratégia distribuída no varejo digital
Na segunda posição aparece a B2W CE, com 684 unidades consumidoras e 21,93 MW médios de consumo.
Isso corresponde a uma média aproximada de 0,032 MW por unidade, reforçando um padrão de consumo altamente pulverizado.
Nesse contexto, a empresa demonstra uma estratégia energética alinhada ao varejo digital e às operações logísticas do e-commerce, com presença em múltiplos centros operacionais e pontos de distribuição.
EMBASA – Capilaridade com intensidade energética relevante
A EMBASA aparece na 3ª posição, com 652 unidades consumidoras e 95,29 MW médios de consumo.
Diferentemente de outros agentes com grande número de UCs, a companhia combina capilaridade operacional com níveis relevantes de demanda energética, resultado de sua infraestrutura de saneamento e operações públicas estruturadas.
Assim, a EMBASA apresenta um perfil híbrido no ACL: distribuição geográfica ampla e consumo energético significativo.
SABESP – Alta intensidade energética e expansão operacional
Outro destaque do ranking é a SABESP, que agora ocupa a 4ª posição, com 522 unidades consumidoras e 283,94 MW médios de consumo.
Entre todas as empresas listadas no Top 20 por quantidade de UCs, a SABESP apresenta o maior volume de consumo agregado, o que evidencia um modelo que combina capilaridade operacional com alta intensidade energética.
Consequentemente, seu consumo médio por unidade permanece bem acima da média do ranking, refletindo operações de grande escala e infraestrutura energética robusta.
O que os dados indicam sobre o mercado livre de energia?
A análise mais recente do ranking por quantidade de unidades consumidoras no ACL revela três tendências importantes para o mercado livre de energia no Brasil.
Expansão horizontal da base de consumidores
Em primeiro lugar, o crescimento contínuo do número de unidades consumidoras no ACL indica que cada vez mais empresas estão aderindo ao mercado livre.
Além disso, muitas organizações ampliam suas operações energéticas com múltiplos pontos de consumo, o que aumenta a capilaridade e a presença territorial dos agentes no ambiente de contratação livre.
Diversificação dos perfis de consumo
Ao mesmo tempo, observa-se uma diversificação crescente dos perfis de consumidores.
Enquanto alguns agentes concentram grandes volumes de energia em poucas unidades industriais, outros operam redes extensas de unidades com consumo menor e distribuído, especialmente em setores como varejo e serviços.
Esse contraste reforça a complexidade e maturidade do mercado livre de energia brasileiro.
Consolidação de operações descentralizadas
Por fim, cresce o número de empresas que estruturam sua estratégia energética de forma descentralizada, distribuindo consumo entre diversas unidades e regiões.
Esse modelo permite maior flexibilidade contratual, gestão eficiente do consumo e otimização de custos energéticos.
Assim, o avanço das unidades consumidoras no ACL confirma que o mercado livre de energia no Brasil caminha para um cenário cada vez mais diversificado, competitivo e acessível para empresas de diferentes portes.
ANÁLISE POR FAIXAS DE VOLUME
A segmentação por faixas de volume no Ambiente de Contratação Livre (ACL) permite compreender como o consumo de energia está distribuído entre diferentes perfis de consumidores.
Com base nos dados mais recentes de janeiro de 2026 (MM 12 meses), observa-se que a concentração nas faixas de maior volume continua relevante, mesmo com o crescimento da base de consumidores de menor porte. Ao mesmo tempo, o aumento no número de agentes nas faixas intermediárias e inferiores reforça o caráter cada vez mais descentralizado e competitivo do mercado livre de energia.
Confira abaixo a análise por faixa de carga:
Tabela 3: Segmentação por faixas de volume de energia consumido
| Faixa | De | Até | Agentes | Volume (MWm) | % Agentes | % Volume | %UCs |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 100 | 1.000 | 37 | 9.316 | 0,26% | 33,29% | 3,39% |
| 2 | 50 | 100 | 34 | 2.385 | 0,24% | 8,52% | 6,94% |
| 3 | 30 | 50 | 46 | 1.770 | 0,32% | 6,33% | 3,07% |
| 4 | 10 | 30 | 239 | 3.980 | 1,71% | 14,22% | 15,88% |
| 5 | 5 | 10 | 324 | 2.259 | 2,32% | 8,07% | 8,23% |
| 6 | 3 | 5 | 398 | 1.524 | 2,85% | 5,45% | 5,86% |
| 7 | 1 | 3 | 1.929 | 3.222 | 13,80% | 11,51% | 16,06% |
| 8 | 0,5 | 1 | 2.329 | 1.634 | 16,66% | 5,84% | 12,15% |
| 9 | 0,3 | 0,5 | 2.282 | 885 | 16,32% | 3,16% | 9,21% |
| 10 | 0,1 | 0,3 | 4.795 | 917 | 34,29% | 3,28% | 15,26% |
| 11 | 0 | 0,1 | 1.571 | 95 | 11,24% | 0,34% | 3,85% |
| 12 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0,00% | 0,00% | 0,00% |
Principais destaques
Faixa 1: Alta concentração em poucos agentes
Antes de tudo, chama atenção o fato de que apenas 37 agentes (0,26%) consomem acima de 100 MW médios por mês.
Apesar de representarem uma parcela muito pequena dos participantes do mercado, esses agentes concentram 33,29% de toda a energia consumida no ACL.
Além disso, esse grupo reúne 1.534 unidades consumidoras, o que corresponde a 3,39% das UCs do mercado livre. Esse padrão evidencia um perfil de altíssima densidade energética por agente, característico de grandes consumidores industriais.
Consequentemente, os dados reforçam o papel estratégico de setores como mineração, siderurgia, metalurgia e papel e celulose no equilíbrio da demanda do mercado livre de energia.
Em síntese, poucos agentes continuam sustentando cerca de um terço de toda a carga do ACL.
Faixas 2 a 4: Perfil industrial e capilaridade moderada
Na sequência, as faixas intermediárias entre 10 e 100 MW médios (faixas 2, 3 e 4) concentram:
- 318 agentes, o equivalente a 2,27% do total
- 29,07% de toda a energia consumida
- 11.719 unidades consumidoras, representando 25,89% das UCs do ACL
Esse grupo reúne empresas com perfil industrial relevante, muitas vezes com múltiplos pontos de consumo associados a plantas produtivas e operações logísticas.
Especificamente, destaca-se a faixa 4 (10 a 30 MW), que reúne 239 agentes, responsáveis por 14,22% da carga total, distribuídos em 7.188 unidades consumidoras (15,88%).
Portanto, essa faixa representa um equilíbrio entre volume energético relevante e presença territorial ampliada, refletindo operações industriais com capilaridade moderada.
Faixas 7 a 10: Popularização do mercado livre de energia
Por outro lado, as faixas de 0,1 a 3 MW médios (faixas 7 a 10) concentram a maior parte dos consumidores do ACL.
Ao todo, esse grupo reúne 11.335 agentes, o que corresponde a 81,07% de todos os participantes do mercado livre.
Apesar dessa forte presença em número de agentes, essas faixas respondem por 23,79% do consumo total de energia, indicando um perfil de carga média menor por consumidor.
Além disso, essas faixas concentram 23.844 unidades consumidoras, o equivalente a 52,68% de todas as UCs do ACL.
Esse movimento reflete a expansão do mercado livre entre empresas de médio e pequeno porte, impulsionada pelas novas regras de abertura e pela maior competitividade do ambiente de contratação livre.
Entre elas, merece destaque a faixa 10 (0,1 a 0,3 MW), que reúne 4.795 agentes (34,29%) e 6.907 unidades consumidoras (15,26%), confirmando o avanço da migração de empresas menores para o ACL.as de pequeno e médio porte no mercado livre, impulsionadas pela abertura regulatória e pela busca por eficiência energética.
Mas o que os dados revelam?
A análise por faixas de volume evidencia que o mercado livre de energia no Brasil segue uma dinâmica dupla e complementar.
Por um lado, a concentração de consumo nas faixas superiores permanece elevada, com poucos agentes respondendo por grande parte da carga total.
Por outro lado, observa-se uma expansão consistente da base de consumidores nas faixas de menor volume, o que amplia a capilaridade e fortalece a competitividade do mercado.
Consequentemente, o ACL caminha para um cenário cada vez mais diversificado, descentralizado e acessível, reunindo desde grandes consumidores industriais até empresas de médio e pequeno porte.
Esse movimento reforça o amadurecimento estrutural do mercado livre de energia brasileiro, que continua expandindo sua base de consumidores e consolidando novos modelos de consumo e gestão energética. para um cenário cada vez mais competitivo, descentralizado e sustentável, combinando grandes cargas industriais com a crescente participação de empresas pulverizadas.
O ACL avança como modelo de energia para o futuro
Dessa forma, os dados mais recentes confirmam que o mercado livre de energia (ACL) no Brasil segue em trajetória consistente de expansão e amadurecimento. A combinação entre grandes consumidores industriais — responsáveis por volumes expressivos de energia — e o crescimento contínuo da base de unidades consumidoras demonstra que o ambiente de contratação livre está se tornando cada vez mais diversificado, competitivo e acessível.
Com maior capilaridade e diferentes perfis de consumo, o ACL se consolida como um modelo estratégico para a gestão de energia no país, permitindo que empresas de todos os portes tenham mais flexibilidade contratual, previsibilidade de custos e eficiência energética no longo prazo.


